Facebook Twitter Instagram
    Agência Pulsar Brasil
    Facebook Twitter Instagram Whatsapp
    Amarc
    • Editorias
      • Gênero
      • Direitos Humanos
      • Política
      • Meio Ambiente
      • Internacional
      • Opinião
      • Comunicação
      • Geral
      • Cultura
    • Quem somos
    • Colunistas
    • Notícias da Rede
    • Outras agências
    • AMARC
    Agência Pulsar Brasil
    Você está aqui:Início » 1º de Maio: Trabalhadores voltam a ocupar as ruas do Brasil em defesa de emprego, direitos e democracia
    Geral

    1º de Maio: Trabalhadores voltam a ocupar as ruas do Brasil em defesa de emprego, direitos e democracia

    Em São Paulo, centrais sindicais defenderam a unidade da nação em torno de uma frente ampla pela democracia e pela vida
    maio 2, 2022Nenhum comentário4 min para ler
    Ao todo, foram registradas manifestações em pelo menos 16 estados e no Distrito Federal (Foto: Dino Santos)

    Redação

    O dia 1º de maio de 2022 foi marcado pelo retorno dos atos pelo Dia Internacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras. Após dois anos de intervalo, por conta da pandemia de Covid-19, milhares de pessoas em todas as regiões do país atenderam à convocação de centrais sindicais, organizações e movimentos populares e saíram às ruas para participar de manifestações em defesa de emprego, direitos, da democracia e da vida.

    As mobilizações ocorreram em diversas capitais como Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, João Pessoa, Aracaju, Teresina, Belém, Manaus e Florianópolis. Ao todo, foram registradas manifestações em pelo menos 16 estados e no Distrito Federal.

    Além de relembrar as históricas conquistas dos trabalhadores em todo o mundo, como os direitos trabalhistas, a redução da jornada e melhoria das condições de trabalho, o salário mínimo, e a proteção laboral e previdenciária, o 1º de maio deste ano teve como objetivo reunir os trabalhadores e trabalhadoras brasileiras para discutir os rumos do país nos próximos anos.

    Leia mais: Salário mínimo segue sem aumento real em 2022

    Em São Paulo, por exemplo, líderes de sete centrais sindicais participaram do ato realizado na Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu. Em nota de convocação publicada na Folha de S. Paulo, os presidentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central Sindical de Trabalhadores, (NCST), Intersindical e da Pública Central do Servidor defenderam a “unidade da nação” em uma “frente ampla pela democracia e pela vida”.

    “Os tempos atuais exigem a unidade da nação, das suas instituições e organizações, para defender e fortalecer nossa democracia e seus instrumentos, impedindo todas as ameaças golpistas. O momento histórico impõe construir e fortalecer uma frente ampla pela democracia e pela vida. Essa luta é nossa prioridade, e para a qual iremos somar forças”, diz o texto.

    Ainda na capital paulista, dirigentes sindicais e políticos presentes recordaram, em seus discursos, as recentes perdas que os trabalhadores brasileiros tiveram com as reformas trabalhista e da Previdência. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também compareceu ao ato e criticou a falta de respostas do atual governo a problemas como a alta da inflação, a falta de aumento real do salário mínimo e o desemprego, que atinge cerca de 11,9 milhões de pessoas no país.

    Leia mais: Empresas de serviços por aplicativos não atendem padrões mínimos de trabalho decente no Brasil, afirma pesquisa

    Atento às novas configurações do trabalho no Brasil e no mundo, o pré-candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à presidência também fez questão de se dirigir aos trabalhadores por aplicativo. Segundo o ex-torneiro mecânico, as pessoas que trabalham por aplicativo “precisam ter acesso à saúde, um programa de assistência social, a seguro quando baterem seu carro, sua moto ou sua bicicleta e a descanso semanal remunerado”.

    “Anomalia”

    Em resposta aos tradicionais atos convocados pelas centrais sindicais e demais organizações de trabalhadores, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) também promoveram manifestações em diversas cidades. Em Brasília, por exemplo, a Esplanada dos Ministérios foi ocupada por camisas verde-amarelas e cartazes e faixas que pediam o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e intervenção militar.

    O presidente chegou a saudar os manifestantes no local, mas evitou discursar ao público. Mais tarde, através de uma live transmitida em seu perfil no Facebook, Bolsonaro cumprimentou os apoiadores reunidos na Avenida Paulista, em São Paulo. De olho na crise institucional estabelecida desde o indulto concedido ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), o chefe do Executivo classificou a mobilização como uma “manifestação pacífica em defesa da Constituição, da democracia, e da liberdade”.

    Nas redes sociais, o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) reconheceu que as manifestações populares “são expressão da vitalidade da Democracia. Um direito sagrado, que não pode ser frustrado, agrade ou não as instituições”. No entanto, ressaltou que “manifestações ilegítimas e antidemocráticas, como as de intervenção militar e fechamento do STF, além de pretenderem ofuscar a essência da data, são anomalias graves que não cabem em tempo algum”.

    Em descumprimento a ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) que lhe proibia de de participar de eventos públicos, Daniel Silveira compareceu ao ato organizado por apoiadores do presidente em Niterói, município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O bolsonarista chegou a ser anunciado no evento como “o homem que vai explodir o STF”.

    Edição: Jaqueline Deister

    democracia MANIFESTAÇÃO trabalhador
    Compartilhe! Facebook Twitter WhatsApp
    Filipe Cabral

    Repórter da Agência Pulsar Brasil.

    Posts Relacionados

    Presidente Lula Da Silva e Flávio Bolsonaro vão ao 2º turno das eleições 2026

    O que defende a candidatura que você vai votar?

    Multidões tomam as ruas de todo o Brasil contra a PEC da Blindagem e a Anistia

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    Translate
    Mais recentes
    outubro 14, 2026

    Fórum de servidores públicos tem publicações retiradas pelo TSE e denuncia censura na internet

    outubro 13, 2026

    Nunes Marques volta a autorizar canal de mobilização do Lula com 4 milhões de seguidores, após determinar sua retirada pela segunda vez

    outubro 12, 2026

    Jornalista brasileiro é impedido de entrar na Argentina por questionar o governo do Milei

    outubro 9, 2026

    Cinco estados e o DF terão segundo turno para governador, além da disputa à Presidência da República

    Mais lidos
    Colunas
    maio 2, 20240

    Artigo | Produção de conhecimento a partir do jornalismo de quebrada

    Internacional
    novembro 9, 20230

    FMI investigará empréstimo bilionário feito à Argentina durante governo de Mauricio Macri

    Gênero
    novembro 6, 20230

    Mulheres são responsáveis por mais de 75% de todo o trabalho de cuidado não remunerado do mundo, aponta relatório

    Internacional
    outubro 26, 20230

    Eleições na Argentina: apoio de Bullrich a Milei gera crise entre oposição no segundo turno

    Internacional
    outubro 20, 20230

    Eleições na Argentina: entenda como está a disputa presidencial às vésperas da votação

    Internacional
    outubro 16, 20230

    Governo argentino denuncia candidato de extrema-direita por “intimidação pública” após disparada do dólar no país

    • Facebook
    • Twitter
    Agência Informativa Pulsar Brasil
    Um programa da Amarc Brasil


    QUEM SOMOS contato@agenciapulsarbrasil.org
    Com o apoio de:

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.