Facebook Twitter Instagram
    Agência Pulsar Brasil
    Facebook Twitter Instagram Whatsapp
    Amarc
    • Editorias
      • Gênero
      • Direitos Humanos
      • Política
      • Meio Ambiente
      • Internacional
      • Opinião
      • Comunicação
      • Geral
      • Cultura
    • Quem somos
    • Colunistas
    • Notícias da Rede
    • Outras agências
    • AMARC
    Agência Pulsar Brasil
    Você está aqui:Início » “Fora da lei”: Após acordo do TSE com 8 redes sociais, Barroso volta a criticar Telegram
    Geral

    “Fora da lei”: Após acordo do TSE com 8 redes sociais, Barroso volta a criticar Telegram

    Desde dezembro do ano passado, empresa ignora pedidos de cooperação da Justiça para o combate às fake news nas eleições
    fevereiro 17, 2022Nenhum comentário3 min para ler
    Desafio é construir um processo regulatório que dê conta de todas as questões e aspectos envolvidos pela atuação das chamadas big techs.(Foto: Pixabay)

    O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, voltou a comentar, nesta quinta-feira (17) sobre a possibilidade de suspensão dos serviços do Telegram no Brasil.

    Desde dezembro do ano passado, o TSE tem tentado contato com a empresa para formalizar um acordo de cooperação em relação à prevenção e ao combate de notícias falsas e campanhas difamatórias durante as eleições. Contudo, além de não possuir sede no país, até hoje o Telegram não respondeu aos ofícios do Tribunal.

    Embora não descarte a opção de banimento do aplicativo, Barroso explicou que a iniciativa não deve partir dos órgãos de justiça, pois, segundo ele, o Judiciário não age de ofício, apenas mediante provocação de parte interessada. Neste sentido, o ministro afirmou que espera uma ação do Congresso Nacional sobre o tema.

    Enquanto aguarda o posicionamento da Câmara e do Senado, o presidente do TSE tem mantido a postura crítica em relação à falta de cooperação por parte do Telegram. Para o ministro, a possível suspensão do aplicativo no país não se trata de uma questão de censura, mas de cumprimento da lei nacional.

    Em entrevista coletiva, Barroso argumentou que “parece fora do razoável ter como ator no processo eleitoral brasileiro uma plataforma totalmente fora da lei”. “Você não pode ter um ator que influencia a realidade brasileira e que não esteja ao alcance da lei”, pontuou o ministro.

    Em ofício encaminhado ao Telegram, o TSE ressaltou que o aplicativo está presente em 53% dos smartphones ativos no país e, por meio dele, muitas teorias da conspiração e informações falsas sobre o sistema eleitoral tem sido disseminadas sem qualquer controle.

    Cooperação

    Na última terça-feira (15), o TSE firmou parceria com oito redes sociais com o objetivo de combater a desinformação sobre o processo eleitoral de 2022.

    Em cerimônia virtual, representantes do Twitter, Facebook, WhatsApp, Google, Instagram, YouTube, TikTok e Kwai se comprometeram a desenvolver ao longo do ano uma série de ações, medidas e projetos em conjunto com o TSE. Uma das principais linhas de atuação será a remoção de conteúdos considerados danosos ao processo eleitoral.

    Leia também: Pesquisadores criticam propostas de combate à desinformação do relatório final da CPI da Covid

    Neste sentido, plataformas como TikTok, Facebook e Instagram anunciaram que seguirão com a política de exclusão de publicações que forem julgadas nocivas. Inclusive, o Facebook e Instagram – ambos de propriedade da empresa Meta – prometeram abrir um canal de denúncia exclusivo para o TSE.

    Também pertencente à Meta, o Whatsapp garantiu que continuará a suspender contas que apresentem “atividade inautêntica”. De acordo com Dario Durigan, representante da plataforma, a eleição brasileira é “a mais importante para o WhatsApp no mundo em 2022”. Segundo ele, em todo o mundo mais de 8 milhões de contas são suspensas por mês do aplicativo.

    Sem citar concorrentes, Durigan ainda fez questão de destacar que o aplicativo é “dos únicos serviços de mensagens instantâneas que respeitam a lei brasileira”.

    Na lista de iniciativas também consta o desenvolvimento de estratégias de disseminação de informações oficiais sobre o pleito, que devem receber maior destaque das plataformas através de links, stickers, avisos e bots do próprio TSE.

    De acordo com o Tribunal, as ações devem permanecer até o dia 31 de dezembro e não envolvem nenhuma troca de dinheiro entre o TSE e as empresas.

    desinformação eleições fake news redes sociais telegram tse
    Compartilhe! Facebook Twitter WhatsApp
    Filipe Cabral

    Repórter da Agência Pulsar Brasil.

    Posts Relacionados

    Censura seletiva não pode ser o caminho para o debate eleitoral!

    PODCAST | Notícias falsas, cuidados e o papel da comunicação para garantia dos direitos sexuais e reprodutivos

    Segundamente analisa a responsabilidade digital e a transparência como desafios para as eleições de 2026

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    Translate
    Mais recentes
    outubro 7, 2026

    PODCAST | Segurança em primeiro lugar: o que a ciência diz sobre os métodos de aborto

    outubro 6, 2026

    Segundamente conversa sobre resultado do primeiro turno das eleições e possibilidades para o segundo

    outubro 5, 2026

    Rádio Comunitária de Independência (CE) realiza cobertura das eleições com destaque para candidaturas da região

    outubro 5, 2026

    Presidente Lula Da Silva e Flávio Bolsonaro vão ao 2º turno das eleições 2026

    Mais lidos
    Colunas
    maio 2, 20240

    Artigo | Produção de conhecimento a partir do jornalismo de quebrada

    Internacional
    novembro 9, 20230

    FMI investigará empréstimo bilionário feito à Argentina durante governo de Mauricio Macri

    Gênero
    novembro 6, 20230

    Mulheres são responsáveis por mais de 75% de todo o trabalho de cuidado não remunerado do mundo, aponta relatório

    Internacional
    outubro 26, 20230

    Eleições na Argentina: apoio de Bullrich a Milei gera crise entre oposição no segundo turno

    Internacional
    outubro 20, 20230

    Eleições na Argentina: entenda como está a disputa presidencial às vésperas da votação

    Internacional
    outubro 16, 20230

    Governo argentino denuncia candidato de extrema-direita por “intimidação pública” após disparada do dólar no país

    • Facebook
    • Twitter
    Agência Informativa Pulsar Brasil
    Um programa da Amarc Brasil


    QUEM SOMOS contato@agenciapulsarbrasil.org
    Com o apoio de:

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.