Facebook Twitter Instagram
    Agência Pulsar Brasil
    Facebook Twitter Instagram Whatsapp
    Amarc
    • Editorias
      • Gênero
      • Direitos Humanos
      • Política
      • Meio Ambiente
      • Internacional
      • Opinião
      • Comunicação
      • Geral
      • Cultura
    • Quem somos
    • Colunistas
    • Notícias da Rede
    • Outras agências
    • AMARC
    Agência Pulsar Brasil
    Você está aqui:Início » Omissão de parte da mídia comercial na cobertura dos atos contra Bolsonaro é criticada nas redes
    Comunicação

    Omissão de parte da mídia comercial na cobertura dos atos contra Bolsonaro é criticada nas redes

    "Silenciamento", "partidarismo" e "covardia" foram algumas das palavras utilizadas por jornalistas, políticos e artistas para classificar a postura dos jornais
    maio 31, 2021Nenhum comentário2 min para ler
    Manifestação na Avenida Paulista, “fora Bolsonaro , vacina no braço, comida no prato” São Paulo, SP (Foto: Roberto Parizotti)

    Milhares de brasileiras e brasileiros tomaram as ruas no último sábado (29) para dar um “basta ao genocídio” e cobrar justiça pelas mais de 460 mil vítimas de Covid-19 no Brasil. Os atos tiveram alcance nacional e internacional e ocorreram em mais de 200 cidades brasileiras e 14 países.

    A estimativa dos organizadores é de que 420 mil pessoas dos 26 estados da federação estiveram nas ruas para exigir o fim do governo de Jair Bolsonaro e protestar contra a falta de vacinas, a fome, o desemprego, os ataques aos indígenas, aos negros e ao meio ambiente. Só em São Paulo, cerca de 80 mil manifestantes passaram pela Avenida Paulista com faixas, cartazes e também máscara e alcool em gel.

    Além das ruas, as manifestações tomaram também as redes sociais. Segundo levantamento realizado no próprio sábado pelo pesquisador e professor de Comunicação da Universidade Federal do Espírito Santo, Fábio Malini, o “#29M” foi tema de 1.828.048 postagens no Twitter. Todavia, apesar da repercussão internacional dos atos, veículos tradicionais da mídia comercial brasileira optaram pelo silenciamento ao não destacar os protestos nas publicações do dia seguinte. Decisão que provocou uma série de críticas nas redes por parte de políticos, jornalistas, artistas e organizações sociais.

    Fábio Malini, por exemplo, foi suscinto ao opinar sobre o posicionamento dos jornais que escolheram não cobrir os atos. Para ele: “Não informar é desinformação.”

    Não informar é desinformação.

    — Fabio Malini (@fabiomalini) May 30, 2021

    Já o jornalista e diretor da Revista Fórum, Renato Rovai, classificou o silenciamento de alguns meios de comunicação como partidarismo: “Quem faz jornalismo partidário senão os grandes meios de comunicação. A prova cabal foi a cobertura dos atos de ontem. Não houvesse mídia progressista independente e cobertura colaborativa pelas redes o país ficaria sem saber do que ocorreu.”

    Quem faz jornalismo partidário senão os grandes meios de comunicação. A prova cabal foi a cobertura dos atos de ontem. Não houvesse mídia progressista independente e cobertura colaborativa pelas redes o país ficaria sem saber do que ocorreu.

    — Renato Rovai (@renato_rovai) May 30, 2021

     

    O jornalista Bruno Torturra não poupou críticas aos jornais O Estado de São Paulo e O Globo pelas escolhas editoriais: “Jornal escroto e covarde nem precisa de censura. Meus pêsames aos colegas que trabalham para essas organizações”.

    Jornal escroto e covarde nem precisa de censura. Meus pêsames aos colegas que trabalham para essas organizações. pic.twitter.com/mYbrN64sqH

    — Bruno Torturra (@torturra) May 30, 2021

    Para o coletivo de comunicação Intervozes, a falta de cobertura de alguns veículos viola o direito humano à comunicação: “Diferentemente da mídia internacional, imprensa brasileira viola direito à comunicação, invisibiliza protestos ocorridos no país e suas consequências para a disputa política.”

    Diferentemente da mídia internacional, imprensa brasileira viola direito à comunicação, invisibiliza protestos ocorridos no país e suas consequências para a disputa política.

    Artigo de Ramênia Vieira na @cartacapital traz uma análise da cobertura do #29M:https://t.co/wrjIOkTC5R

    — Intervozes (@intervozes) May 31, 2021

    O humor deu o tom no comentário de Jandira Feghali, que usou imagens de personagens adormecidos para se referir às redes de TV:

    A grande mídia sobre os atos de ontem… pic.twitter.com/ddhNJtdcnH

    — Jandira Feghali 6565 ??? (@jandira_feghali) May 30, 2021

    ato comunicação jornalismo midia protesto
    Compartilhe! Facebook Twitter WhatsApp
    Filipe Cabral

    Repórter da Agência Pulsar Brasil.

    Posts Relacionados

    PODCAST | Notícias falsas, cuidados e o papel da comunicação para garantia dos direitos sexuais e reprodutivos

    FENAJ lança cartas abertas às candidaturas parlamentares e à Presidência da República

    Avanço da IA corrói financiamento do jornalismo profissional no Brasil

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    Translate
    Mais recentes
    outubro 9, 2026

    Cinco estados e o DF terão segundo turno para governador, além da disputa à Presidência da República

    outubro 8, 2026

    Um caso a cada 9 horas: Brasil registrou 134 casos de violência política no 1º turno

    outubro 7, 2026

    PODCAST | Segurança em primeiro lugar: o que a ciência diz sobre os métodos de aborto

    outubro 6, 2026

    Segundamente conversa sobre resultado do primeiro turno das eleições e possibilidades para o segundo

    Mais lidos
    Colunas
    maio 2, 20240

    Artigo | Produção de conhecimento a partir do jornalismo de quebrada

    Internacional
    novembro 9, 20230

    FMI investigará empréstimo bilionário feito à Argentina durante governo de Mauricio Macri

    Gênero
    novembro 6, 20230

    Mulheres são responsáveis por mais de 75% de todo o trabalho de cuidado não remunerado do mundo, aponta relatório

    Internacional
    outubro 26, 20230

    Eleições na Argentina: apoio de Bullrich a Milei gera crise entre oposição no segundo turno

    Internacional
    outubro 20, 20230

    Eleições na Argentina: entenda como está a disputa presidencial às vésperas da votação

    Internacional
    outubro 16, 20230

    Governo argentino denuncia candidato de extrema-direita por “intimidação pública” após disparada do dólar no país

    • Facebook
    • Twitter
    Agência Informativa Pulsar Brasil
    Um programa da Amarc Brasil


    QUEM SOMOS contato@agenciapulsarbrasil.org
    Com o apoio de:

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.